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sexta-feira, 19 de março de 2010

Fotomontagem

   Estas duas imagens mostram a Campanha para o XBox, da Microsoft, feita pela Eletronic Art (não é a EA games), uma agencia de manipulação de imagem e criação, alem de trabalhar com video, 3D, e diversos outros meios de imagens...

vale a pena dar uma passada la..

http://www.electricart.com.au/index.php

LIVRO - Cultura da Convergência

Cap.3 - Em Busca do Unicórnio de Origami

   Estou entrando em uma das partes que julgo ser a mais interessante, pois neste capitulo o autor analisa como o filme Matrix e suas seqüencias, se utilizaram da Trnasmidia para fazer suas divulgações.
   Ao contrario do que muitos acreditavam, as midias que foram lançadas para Matrix, como Animatrix o game (enter de Matrix), os quadrinhos etc, foram planejados desde o inicio, nas primeiras pinseladas do filme. Os Irmãos Wachowski pensaram em um universo de midias, que uma completasse a outra na historia, inclusive muitas das coisas que ocorreram no animatrix são mostradas no segundo filme, Matrix Realoaded. Por exemplo, o rapaz de nome desconhecido que é conhecido como Kid no filme, que aparece querendo trabalhar com o Neo no Nabucodonossor, ele faz parte de um capitulo do animatrix intitulado The Kid, e quando o Neo fala "...não fui eu que te salvei, você é que nos encontrou", para quem assiste o filme e somente ele (s) não vai entender porem, e eu fui um destes casos, para quem assistiu o animatrix e muito boa a sensação de que as coisas não são tão soltas quanto parecem, no momento que ele chamou o rapaz de Kid e vendo a fisionomia dele eu saquei na hora que era do The Kid, eu, particularmente especulei que ele seria o the ONE, já que tinha achado a matrix sem precisar de ajuda para desplugar.
   Algumas outras passagens das mídias se relacionavam diretamente e sei que para muitos isso foi estranho e ate se fala em um insucesso deste tipo de acontecimento, mas é claro, tudo que tem sua primeira vez agrada a uns e choca a outros, mas para mim isso foi um grande passo para entendermos e vermos que as mídias e comunicações futuramente serão assim...CONTINUA

analise: Hulk Giannelli

quarta-feira, 17 de março de 2010

LIVRO - Cultura da Convergência


Cap. 2 - Entrando no Jogo do American Idol

  Neste capitulo, o autor continua com sua divagação sobre a tendência de como as comunicações irão se dar. Porem, como case ele elege o programa britânico American Idol, no Brasil conhecido como Ídolos, que durante um tempo era do SBT a emissora acabou perdendo para a Rede Record.
  Um dos pontos mais importantes que ele levanta, é a existência de um tipo de publico, que não necessariamente bate recordes de audiência, mas perpetua a existência da "marca", os Lovemarkes, que são fãs assíduos de marcas famosas, como Nike, Coca-Cola e porque não esquecer...Aplle.
  Esse tipo de publico esta alcançando patamares de importância tão grandes com a massificação da comunicação, através da WWW, que em muitos casos eles são os fatores determinantes para o desenrolar da historia. 
  Como o American Idol é um programa de show de talentos, que elegera o próximo Ídolo, seu formato é pensado a evitar um tipo de publico muito conhecido, principalmente com a entrada de dezenas de canais, os Zapiadores. A idéia é sempre se fazer uma forma de programa que envolva e conte a historia em muito pouco tempo, e é por este motivo que American Idol, vive tendo reprises de como o candidato chegou ate aquele ponto. Existe uma especulação de que os programas, em um futuro não distante, tenha um enrredo, que no Maximo se desenrolem em 30 min.
  mas a questão dos Lovemarkers esta em uma abóboda de possibilidades que foge da verdadeira marca, ou seja, um exemplo é a Coca-Cola, que hoje se considera muito mais uma empresa de Branding e marketing do que uma engarrafadora de refrigerantes. Em seus diversos meios de atingir ao publico, cada vez mais exigente, eles atacam por todos os lados. São criados diversos sites temáticos, como DJ aonde você faz a musica, de game e assim vai. Esse publico, mostrou ao mercado que esta ocorrendo uma grande transformação de tendência da própria marca, ao invés de se considerar a marca como "Propriedade Intelectual" ela esta ganhando uma nova remodelação e atingindo o que vem sendo chamado de "Capital Emocional".
  Só para fazer uma colocação interessante nos meios de Tranasmidia, o próprio exercito americano gerou um produto que tinha a intenção de chamar os jovens para o Exercito. deste projeto surgiu o Americans Army, um game com gráficos incríveis, muitas vezes melhores do que jogos da mesma época, que mostrava o que era estar em guerra, e o melhor era totalmente Free For Fun. Não só os americanos consumiram, mas o mundo todo.
  Esse mercado de Lovemarkes tem ate um índice que mostra a importância da fidelização e manutenção deles, um tem,o que os economista chamam de 80/20 que consiste: " 80% das compras são feitas por 20% de sua base de consumidores". Pensando em economia de escala, imagina a capacidade de consumo certo que é gerado por este numero.
   Um dos subtítulos deste capitulo que me chamou a atenção foi " Como a Fofoca Estimula a Convergência", por mais que seja estranho, é isso que gera a confiança, as mídias de massas e mídias sociais, geram questionamentos dos próprios consumidores, criando um campo de analise ate então nunca experimentado pelas marcas. Nestes campos, as industrias e empresas, podem entender a que caminho devem tomar.
  Em um dos sites de discução do American Idol, foi citado por um telespectador assíduo, que se tal pessoa não ganhasse aquele ano, isso iria mostrar como o programa era falso e comprado e tinha cartas marcadas.
  Desta maneira se percebeu que os Fãs clubes se tornam uma espécie de "marketing Alternativo" e que  é através deles que uma marca pode se tornar uma lenda. Uma coisa importante é perceber o que vem acontecendo, por exemplo, no mundo da culinária, existe uma vertente que estuda as "conforts Foods" ou seja, comidas que nem são tão boas, como Amendocrem, mas que causam as pessoas um reviver um momento marcante de sua historia.
  As relações estão mudando e realmente não existe mais fronteiras, mas ao contrario do que muitos acreditavam, a tendência é de ocorrer uma maior humanização, por causa destas mídias do que uma geração Fria, pois eles estão trocando experiências e entendendo que não estamos só.

analise: Hulk Giannelli

terça-feira, 16 de março de 2010

Meu LOGO

LIVRO - Cultura da Convergência

Cap.- 01 - Desenvolvendo Os Segredos de Survivor

   Aqui entramos em uma parte curiosa do livro, pois a partir deste capitulo o autor, mostra através de cases, sobre programas de TV e Filmes, as relações, não só dos espectadores sobre os shows, mas como elas influenciam de forma, muitas vezes, deterministas o encaminhamento do produto.
   No caso deste capitulo, o estudo cai sobre um programa de Reality Show conhecido como SUVIVOR, um grande sucesso nos EUA (e no mundo) aonde as comunidades de Mídias Sócias com seus fãs tem uma influencia marcante na serie.
    Basicamente é retratada uma historia de um spoiler (como se fosse um fã), o ChillOne, quem em uma de suas aparentes viagens descobre o local aonde ocorre o reality e através de inferências e deduções ele cria uma lógica construtiva de como o show deve se comportar ate o fim da temporada. O show é muito parecido com que conhecemos aqui no Brasil como Big Brother Brasil (BBB), aonde ocorrem algumas provas e as pessoas podem ser eliminadas. Esse tal de ChillOne se torna uma figura tão poderosa que influencia toda a temporada e recai sobre ele algumas especulações sobre o quanto realmente ele é um spoiler ou é um "agente infiltrado" da própria emissora para causar esses acontecimentos. O fato é que a  emissora e o próprio ChillOne negam até um ponto em que há embates jurídicos. Até hoje ninguém sabe a verdade, e possivelmente nunca saberemos, a não ser que la pelos 80 anos o ChillOne resolva escrever um livro de memórias.
   A grande questão não é o ChillOne, mas a discussão sobre a influencia das mídias sociais e os fãs de uma serie, por exemplo. O que o autor repara é que desde o momento que antecede o inicio do show, ate depois do seu fim, um grande conglomerado de pessoas começam a postar em seus Blogs, Sites, Sites de Relacionamento etc, uma infinidade de "pistas" sobre o que possivelmente ocorra ao decorrer da temporada, gerando uma especulação, que a partir de um momento, ninguém mais sabe se é verdade ou mentira. Muitas destas comunidades põem cenas ou vídeos como prova de sua argumentação, o que vira uma verdadeira febre. O mais curioso é que isso sempre ocorreu, só que com o advento da WWW, as coisas se tornam quase que instantâneas assim como as especulações.
   O quanto, neste momento histórico em que vivemos as nossas ações realmente se torna fundamental para a existência do sistema. Por exemplo, aqui no Brasil, existem vários relatos, de atores e autores, por exemplo, de novelas que fala o quanto eles encaminham as historias das novelas de acordo com a percepção ou desejo de seu publico.
   Mas talvez o comentário mais inusitado é que existe uma linha tênue entre o que o publico deseja saber e mesmo assim continuara a acompanhar a serie e o que vai ser um grande estraga prazer. Hoje os diretores e idealizadores têm que pensar em tudo isso. Geralmente sabemos como começa mas não como termina. 
   Não é por acaso que cada vez mais as TV´s abertas estão investindo em programas de uma dinâmica espontânea, o que conhecemos como "IMPROVISO", aonde o próprio publico participa da temática e do show. Não só em shows, mas na vida cotidiana temos que nos mostrar capazes de agir com improviso.




analise: Hulk Giannelli


segunda-feira, 15 de março de 2010

LIVRO - Cultura da Convergência

Introdução
 No capitulo de introdução já temos um pouco do que sera contado, ou melhor abordado no livro (assim como toda boa introdução).
O livro mostra que ao contrario do que todos estavam acreditando, na verdade uma parte,  a tendência dos bens de consumo não é virar uma unica coisa, fenômeno conhecido como Black Box, que diz que todos os produtos que temos em casa, como, video games, video cassete, DVD, TV etc. em um futuro estariam todos concentrados em um unico aparelho. Pois é acreditava, ate momento nisso. 
Mas na verdade o que o discurso do livro nos mostra, é que a tendência dos objetos é de ter uma divergência enquanto o conteúdo é que sofre a convergência, pois, como seres plurais, temos, não só a capacidade mas a necessidade de convivio social. Neste ponto de vista somos levados a perceber que fazemos diversas coisas, ao longo do dia ( e de nossas vidas) que estão relacionadas a varios tipos de situação e lugares. Deste modo, temos varios aparelhos que cumprem funções diferentes, com o mesmo tipo de conteudo. Quantas pessoas não possuem dois ou mais celulares, por exemplo, um para o trabalho e outro para a vida particular.
A real tendência das coisas são elas ganharem uma capacidade de cada vez mais atenderem nossas necessidades especificas, por mais que cumpram ou fação a mesma coisa, mas os niveis hierárquicos da informações podem ser diferente, por exemplo, o GPS, por mais que tenhamos o Google Earth e consultemos os mapas, não vamos nos sentir confortáveis de instalar um sistema de rastreamento no nosso Lep e colocarmos no carro para que ele nos de a instrução de como chegar, ou vamos?
Ate como designer, tenho uma posição sobre isso, a uma ideia de que  não vamos fazer produtos cada vez mais especificos, mas, agora mais do que nunca, precisamos entender para que ele cerve, e no que pode me ajudar, tempos que nos propor repensar o uso.
Um dos grandes boons, desta nova revolução, conhecida como a revolução da informação, assim como a revolução industrial no inicio do século passado, é a informação não ter mais forma, ou de papel ou de fita ou de vídeo ou mesmo monetário. Elas podem estar e estão em todos os lugares, mas o que determina seu acesso é a nossa necessidade, o nosso uso.
Com o boom das redes sociais e a invenção, ou melhor a popularização da WWW (World Wide Web), esta capacidade de estar em varios lugares ao mesmo tempo fica  conhecida como Transmídia, a mídia que transita, ou a transição da mídia ou etc.A televisão naõ morreu, assim como o radio, eles simplesmente trnsmutaram de forma.


Analise: Hulk Giannelli



sexta-feira, 12 de março de 2010

Cultura da Convergência -design de Produto e Visual

Estou em um processo de descobertas. Apos ter saido do escritorio Nódesign, ao qual fui um dos 4 sócios fundadores e permaneci la por 10 anos, uma reviravolta de informações me surgiram de uma forma quase que automática.
Ainda continuo firme e forte na condição de Design De Produto, o que posso dizer ser a minha grande paixão, mas hoje sou gestor de projetos de uma agencia de TRANSMIDIA, (erroneamente falando uma agencia que faz sites com integração de sistema de cultura da internet, ou mídias sociais).
Ja estou na minha quarta literatura sobre o assunto, e posso dizer, ate como professor do IED, que não existe produto sem conteúdo informativo, ou seja, por mais que vc faça uma cadeira ela diz algo sobre seu lugar na historia.
O Ultimo livro que li a respeito deste movimento de massa, conhecido popularmente como Mídias Sociais, foi o "A Galáxia Da Internet" de um dos maiores pensadores da area, o autor Manuel Castells. O assunto flutua sobre como chegamos ate a Era da Informação...que é o estado atual da cultura humana.
Porem algo mais surpreendente me aconteceu, no livro que leio neste momento, esta mostrando um panorama do momento que vivemos a caminho do futuro e como a mídia esta lidando com isso. O livro "CULTURA DA CONVERGÊNCIA", do autor Henry Jenkins, mostra fronteiras culturais e de tendência muito mais claras e que deixam rastros de suas futuras evidencias. O mais interessante é que muitas coisas do que achavamos tendencia, principalmente sobre existir um único produto (Black Box) que fizesse tudo, a realidade, no |Ponto de vista de Nós designers de Produto, é que surgirão diversos aparelhos que poderão fazer as mesmas funções.....
Não vou falar muito mais sobre isso aqui neste post, pois quero fazer uma resenha analitica de cada um dos livros começando com A Galaxia da Internet... (isso sim é ser funcional)